O Paris Saint-Germain sagrou-se campeão da Liga dos Campeões da UEFA ao vencer o Arsenal por 4-3 nos penáltis, após empate a um golo no tempo regulamentar e no prolongamento da final disputada no Puskás Aréna, em Budapeste.
A formação londrina entrou determinada e inaugurou o marcador logo aos seis minutos por intermédio de Kai Havertz, aproveitando uma oportunidade para colocar os ingleses em vantagem. O PSG, contudo, manteve a pressão ofensiva ao longo da partida e chegou ao empate aos 65 minutos através de Ousmane Dembélé, que converteu uma grande penalidade.
Sem alterações no marcador durante o restante tempo regulamentar e o prolongamento, a final foi decidida na marca dos onze metros. Na série de penáltis, os franceses mostraram maior eficácia e acabaram por vencer por 4-3, beneficiando também de falhas decisivas do lado do Arsenal.
O resultado permitiu ao PSG conquistar o segundo título consecutivo da Liga dos Campeões, tornando-se na primeira equipa a defender com sucesso o troféu desde o Real Madrid, que dominou a competição entre 2016 e 2018.
A conquista reforça a transformação do clube parisiense sob o comando de Luis Enrique. Depois de anos marcados por investimentos milionários e eliminações traumáticas nas fases decisivas da competição, o PSG consolidou um modelo mais coletivo e competitivo, alcançando uma nova dimensão no futebol europeu.
Para o Arsenal, a derrota representa mais um capítulo doloroso na busca pelo primeiro título europeu da sua história. Apesar da campanha consistente realizada ao longo da competição, os ingleses voltaram a ficar às portas da glória continental.
A vitória do PSG encerra a temporada europeia com a confirmação de uma nova potência dominante no continente, numa era em que o clube francês procura transformar ambição financeira em legado desportivo.
