Milhares de manifestantes protestaram neste sábado, 28 de março, em várias cidades dos Estados Unidos contra o governo do presidente Donald Trump.
Os atos fazem parte da terceira edição do movimento “No Kings”, que já havia mobilizado grandes multidões em ocasiões anteriores.
Os organizadores indicam que os protestos são motivados por decisões políticas recentes, incluindo a guerra no Irã, medidas federais de imigração e o aumento do custo de vida. Em declaração pública, afirmaram:
“Trump quer nos governar como um tirano. Mas esta é a América, e o poder pertence ao povo, não a aspirantes a rei ou seus comparsas bilionários”.
A Casa Branca reagiu às manifestações através de um porta-voz, que desvalorizou os atos e afirmou tratar-se de “sessões de terapia da ‘Síndrome de Desarranjo por Trump’”, acrescentando que as únicas pessoas que se importam “são os repórteres que são pagos para cobri-los”.
O movimento “No Kings” tem reunido apoiantes em várias cidades norte-americanas, posicionando-se contra decisões políticas da atual administração e defendendo limites ao poder presidencial. Edições anteriores já registaram mobilizações na ordem de milhões de participantes.
Os protestos decorrem em cidades como Washington DC, onde manifestantes marcham desde Arlington, na Virgínia, até pontos centrais da capital. Locais como o Memorial Lincoln e o National Mall concentram grande parte dos participantes, que exibem cartazes e esculturas com figuras da administração, incluindo o vice-presidente JD Vance, exigindo responsabilização política.
As manifestações continuam ao longo do dia em várias cidades dos Estados Unidos, mantendo o foco nas políticas do governo e na mobilização popular em torno do movimento “No Kings”.
