Questionado pela Oku Saka se considera a sua geração, marcada por artistas revelados ou projectados através do Unitel Estrelas ao Palco, uma “geração de ouro”, Anderson Mário ampliou a análise para toda a geração de artistas contemporâneos.
“A geração do Unitel Estrelas ao Palco não, mas a geração toda, os que vêm do Estrelas e os que não. A nossa geração é de ouro. Eu até diria que é diamante”, afirmou o cantor.
Para Anderson Mário, o potencial desta geração exige, no entanto, maior acompanhamento e desenvolvimento. “Precisaria de uma lapidação bem mais profunda porque está cheio de talentos, artistas muito fortes”, explicou.
O artista defendeu ainda uma maior aproximação entre gerações. Na sua perspectiva, os artistas mais novos podem beneficiar da experiência dos mais velhos, enquanto os chamados “kotas” podem conhecer melhor a realidade do mercado actual. “Eles dão-nos experiência e nós damos a visão de mercado hoje”, afirmou.
