Neste sábado, 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o governo americano assumirá a administração da Venezuela de forma interina. A medida foi feita após uma operação militar que culminou com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa em Caracas.
Em coletiva de imprensa realizada em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida, Trump declarou que os Estados Unidos vão governar temporariamente a Venezuela até que possa ser realizada uma transição de poder considerada “segura, justa e legal.” Segundo ele, a administração americana pretende evitar que outro líder assuma com os mesmos problemas que, na visão do governo dos EUA, caracterizam o regime de Maduro.
Trump também divulgou que grandes companhias petrolíferas dos Estados Unidos devem entrar no país para reconstruir e operar a infraestrutura de petróleo, visando “gerar lucro para a Venezuela”. A presença de empresas petrolíferas americanas foi destacada como parte essencial da administração provisória.
O anúncio ocorre após uma ofensiva militar norte-americana que incluiu bombardeios sobre várias regiões venezuelanas e a detenção de Maduro e sua esposa, que deverão enfrentar acusações nos Estados Unidos, segundo autoridades americanas.
Os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre o governo venezuelano ao longo de 2025, acusando Maduro de corrupção, abuso de poder e de permitir que o país se tornasse uma base para o narcotráfico. Sanções económicas, críticas diplomáticas e operações militares limitadas precederam a ação atual, marcada pela captura do líder venezuelano.
A decisão de administrar a Venezuela interinamente coloca Washington no centro de uma crise geopolítica de grande escala, gerando reações diversas dentro e fora da América Latina. Aliados e opositores do regime de Maduro reagiram de maneira distinta, com vozes favoráveis à mudança e críticas que apontam para uma violação da soberania venezuelana. A presença de empresas energéticas americanas e a transição política prometida deverão moldar os próximos capítulos da crise.
A administração interina anunciada por Trump tem potencial para redefinir relações internacionais na região e desencadear debates legais e diplomáticos em fóruns globais. Fontes oficiais indicam que o processo de transição de poder ainda não possui um prazo definido.
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