Oku Saka

OMA pede investigação rigorosa sobre imagens de agressões envolvendo supostos agentes da polícia

O Secretariado Executivo Provincial da Organização da Mulher Angolana OMA em Luanda manifestou, no dia 28 de Dezembro de 2025, o seu mais veemente repúdio face às imagens que circulam nas redes sociais envolvendo uma jovem vítima de violência sexual e agressões físicas, num caso de elevada gravidade ocorrido no município de Viana, em Luanda Sul.

De acordo com as informações tornadas públicas, os indivíduos implicados nos actos apresentam-se, alegadamente, como agentes da Polícia Nacional de Angola. A confirmar-se esta informação, o caso poderá configurar um grave abuso de poder e uma violação dos deveres éticos e legais atribuídos às forças responsáveis pela protecção dos cidadãos.

Na nota divulgada, a OMA em Luanda condena de forma firme e inequívoca qualquer acto de violência baseada no género, sublinhando que tais práticas atentam contra a dignidade humana, a integridade física e moral da mulher e os valores fundamentais da sociedade angolana.

A organização apelou às autoridades competentes para que actuem com celeridade, rigor e responsabilidade, assegurando o esclarecimento completo dos factos, a identificação dos implicados e a sua responsabilização nos termos da lei.

O Secretariado Executivo Provincial da OMA manifestou igualmente solidariedade para com a vítima e informou que, caso necessite de apoio institucional, psicológico ou de encaminhamento social, poderá dirigir-se ao Comité Provincial da OMA, localizado na Vila Alice, onde será acolhida e acompanhada com respeito absoluto pela sua dignidade e privacidade.

A OMA reafirma, por fim, o seu compromisso contínuo com a defesa dos direitos das mulheres, a protecção da dignidade humana e a promoção de uma sociedade mais justa, segura e alinhada com os valores morais que devem reger a convivência social.

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