A cantora e empresária Beyoncé entrou para a lista de bilionários, segundo a revista Forbes, passando a integrar um grupo restrito de artistas da música que alcançaram uma fortuna superior a mil milhões de dólares, resultado de uma carreira marcada por inovação artística e diversificação empresarial.
De acordo com a Forbes, Beyoncé é agora a quinta artista da música a atingir o estatuto de bilionária, juntando-se a nomes como Taylor Swift, Bruce Springsteen, Rihanna e Jay-Z. O reconhecimento reflete não apenas o seu sucesso musical, mas também a expansão estratégica dos seus negócios fora dos palcos.
Um ano decisivo na carreira
Em 2025, Beyoncé venceu o Grammy de Álbum do Ano com Cowboy Carter, álbum que marcou a sua incursão no country e lhe garantiu ainda o prémio de Melhor Álbum Country, tornando-se a primeira mulher negra a vencer nessa categoria. Com 35 prémios e 99 nomeações, a artista consolidou-se como a mais premiada da história do Grammy, incluindo os galardões conquistados com o grupo Destiny’s Child.
Turnês e impacto económico
A turnê Cowboy Carter arrecadou mais de 400 milhões de dólares, tornando-se a digressão country de maior bilheteira de sempre. Já a Renaissance World Tour, em 2023, mobilizou multidões na Europa e na América do Norte, com impacto económico mensurável em cidades como Estocolmo, onde economistas apontaram efeitos diretos nos preços de hotéis, restaurantes e até na inflação local.
Império empresarial
Para além da música, Beyoncé expandiu a sua atuação para os sectores da moda, cuidados capilares e bebidas alcoólicas, com destaque para uma marca de uísque que homenageia o seu bisavô, Sir Davis. Estes empreendimentos contribuíram de forma significativa para o crescimento da sua fortuna e para a consolidação da sua imagem como empresária global.
Uma trajetória de três décadas
A carreira de Beyoncé começou nos anos 1990 com o grupo Girl’s Tyme e ganhou projeção mundial com o Destiny’s Child, um dos grupos femininos mais vendidos da história. Desde o lançamento do seu primeiro álbum solo, Dangerously in Love (2003), a artista manteve-se no centro da indústria musical, tornando-se também a primeira mulher negra a liderar o festival Coachella, em 2018.
