O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças dos Estados Unidos e levados para fora da Venezuela neste sábado (3 de janeiro de 2026), após um ataque militar em larga escala que incluiu múltiplas explosões e combates em Caracas e outras regiões do país.
Segundo o anúncio oficial do Presidente dos Estados Unidos, a operação combinou ação militar com unidades de aplicação da lei norte-americanas. O casal teria sido detido e transferido para território sob custódia americana, onde enfrentarão acusação criminal por narcoterrorismo e outras acusações ligadas ao tráfico de drogas, conforme anunciado pelas autoridades judiciais dos EUA.
O ataque provocou explosões em pontos estratégicos da capital venezuelana, resultando em incêndios, apagões e mobilização militar em bairros como La Carlota, Fuerte Tiuna e áreas adjacentes, segundo relatos de jornalistas presentes.
“Esta operação foi conduzida com sucesso em conjunto com agências de aplicação da lei dos Estados Unidos”, afirmou o Presidente americano nas redes sociais, citando a detenção de Maduro e sua esposa.
O governo venezuelano classificou a ação como uma grave agressão militar e violação da soberania, exigindo que Washington apresente prova de vida imediata dos capturados.
Maduro vinha enfrentando pressão internacional crescente há anos, incluindo acusações de fraude eleitoral, repressão política e envolvimento em narcotráfico. Os Estados Unidos já haviam emitido mandados e recompensas pela sua captura, elevando o montante ao longo de 2025, e classificaram o cartel associado ao seu governo como organização terrorista.
Internamente, líderes da oposição venezuelana e nomes como a Nobel da Paz Maria Corina Machado surgem como possíveis vozes centrais na transição, embora a situação política ainda esteja em rápido desenvolvimento.
O caso coloca a Venezuela no centro de um turbilhão geopolítico, com repercussões em relações internacionais, direito internacional e estabilidade regional. O destino judicial de Maduro está agora sob a jurisdição norte-americana, enquanto Caracas e aliados buscam respostas e mobilizam mecanismos diplomáticos.
