Os postos de identificação e registo civil em várias regiões de Angola estão há cerca de quatro meses sem sistema informático, situação que tem impedido a emissão de documentos essenciais como o Bilhete de Identidade, o registo criminal e o boletim de óbito.
A paralisação afecta milhares de cidadãos em todo o país, que se veem impossibilitados de tratar documentação indispensável para o exercício de direitos básicos e cumprimento de obrigações legais.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos confirmou o problema, atribuindo a falha a constrangimentos nas telecomunicações.
O ministro Marcy Lopes assegurou que a situação será resolvida “em breve”, sem, no entanto, indicar um prazo concreto para a reposição dos serviços.
Em Luanda, o cenário é particularmente crítico. A maioria dos postos de identificação e registo civil encontra-se sem sistema há cerca de três meses, agravando a pressão sobre os serviços e gerando constrangimentos significativos para os utentes.
Apesar das garantias oficiais, a ausência de prazos claros mantém a incerteza entre os cidadãos, que continuam a aguardar pela normalização dos serviços, enquanto a emissão de documentos permanece, na prática, paralisada.
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